Quando não pode abraçar, aproxime-se emocionalmente

Esteja emocionalmente conectado, através de email, whatsapp ou messenger, aproxime-se dos seus amigos escrevendo uma mensagem ou marque encontros virtuais, faça telefonemas via vídeo.

Divirta-se, se gosta de jogar em grupo e conversar com jogadores, utilize por exemplo o https://discordapp.com/

Se a sua paixão é o cinema, porque não ver um filme com amigos, pode usar o  https://www.netflixparty.com/. Para quem é fanático do YouTube pode ver os seus vídeos preferidos em grupo na sala virtual do https://www.watch2gether.com.

Se gosta de ler, aproveite para terminar o livro que tem na mesa de cabeceira, e se quer partilhar as suas leituras pesquise na internet os blogs pessoais que funcionam como clubes de leitura online.

Se está a trabalhar em casa, faça reuniões através de áudio e vídeo e partilhe um almoço via vídeo com colegas.  Procure programar o seu dia, se possível recriando a rotina habitual.

Se quer apoiar uma causa ou exercer voluntariado, pode fazê-lo online, existem diversos sites que possibilitam o voluntariado à distância, como é o caso da Cruz Vermelha Portuguesa, https://www.cruzvermelha.pt/voluntariado/oportunidades.html ou o UNV (Voluntários das Nações Unidas), https://www.onlinevolunteering.org/en que o liga às organizações que trabalham para a paz e desenvolvimento.

Envolva-se em atividades saudáveis. O exercício físico, o sono regular e uma dieta equilibrada ajudam muito. Muitos professores estão a dar aulas online de fitness e de yoga. 

Considere praticar mindfulness para reduzir o stress. Conecte-se com as sensações que tem e identifique-as, alivie a tensão focando-se no momento presente sem pensamentos ruminativos e obsessivos.

Ajude os amigos ou vizinhos que precisam, se fizer as compras por eles está a diminuir o número de pessoas potencialmente expostas.

Partilhe sentimentos com amigos, família ou colegas, fale sobre o que está a sentir. Se  o isolamento social é muito desconfortável para si, pondere recorrer a um especialista em https://www.mindfirst.pt/

 

 Cecilia Almeida, Psicóloga Clínica

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